ELE ERA O HOMEM – Parte Dois

12 04 2011

Ah! meu amigo, depois de uma forçada ausência, venho aqui, novamente, para seu prazer ou não, postar! há!
Hoje, vou continuar a falar do grande mestre, o homem, o cara, o Isaac Asimov.

Isaac Asimov pode ser, em minha opinião, tido não como o pai da robótica mas, como o maior nome dela.
Quando digo robótica, incluo tudo relacionado a robôs: livros, filmes, jogos e pesquisas científicas.
Ele não criou um robô fisicamente mas, criou milhares deles na literatura e o mais interessante, ele criou a palavra ROBÔ! Sim, robô se chama robô por causa dele.
O mestre criou, não só em contos mas, em romances também, um universo extremamente consistente do qual ele se utiliza e explora fabulosamente.
Mas, você deve estar pensando que ele falava somente sobre robôs. Eu lhe digo: Não foi só sobre robôs, o cara escreveu sobre coisas pra cacete. Bom, quase 500 livros diz tudo. Pessoalmente, gosto mais dos contos que falam sobre robôs.
Acredito que ele não criou apenas histórias, ele criou também o sonho dentro da cabeça de muitas pessoas. Tá bem, dizer que criou é meio pesado, eu diria que ele espalhou o sonho por aí.

 

Obs: Se você não sabe qual a história do robô da imagem, se vira e procura no google.

Obs: Se você não conhecia o Isaac Asimov, eu tenho dó de você.

 

Até a próxima!

Att,
Rafael Padovan.





ELE ERA O HOMEM – Parte Um

1 04 2011

As Três Leis da Robótica:
1. Um robô não deve fazer mal a um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra qualquer mal.
2. Um robô deve obedecer a qualquer ordem dada por um ser humano, desde que essa ordem não interfira com a execução da Primeira Lei.
3. Um robô de proteger a sua existência desde que esta proteção não interfira com a Primeira e Segunda Leis.

As três leis são um conceito perfeito, impossível de serem contornadas. MENTIRA!

As Três Leis da Robótica foram criadas por Isaac Asimov em uma discussão profunda sobre robótica com um de seus amigos.
Já não me lembro bem da história mas, após essa discussão, ele chegou a algo muito próximo das Três Leis.
Quando você descobre Asimov em sua vida como leitor, logo aprende estas leis e, com o passar do tempo, acha que ela é uma criação fantástica e perfeita.
Depois de algumas leituras, você percebe como Asimov consegue quebrar as Três Leis. Ele não quebra essas leis burlando-as, ele quebra as leis logicamente. Na construção de seus contos, dá para perceber, claramente, como ele manobra os personagens em uma trama perfeita, criando argumentos lógicos para outra interpretação das leis.

Agora você vai me dizer: “Pô, são robôs. Eles fazem o que são programados para fazer”. Eu lhe direi: “Não seja estúpido”.

Eu poderia lhe dar a resposta mas, não darei. Te falo o seguinte: “Leia alguns contos do homem mas, leia de verdade, busque entender, analise o enredo, analise a construção dos personagens. Você verá o brilhantismo dos contos dele e do universo que ele criou.”

FICA A DICA: Assista “Eu, Robô” mas, olhe para o Sonny e não para o Will Smith.
FICA A DICA – 2: Leia algum livro da pequena coleção Histórias de Robôs, de Isaac Asimov.
Esta coleção é uma antologia de contos sobre robótica de vários autores, incluindo claro, contos do Isaac Asimov.