Across The Universe

4 04 2011

Tardeeee pessoarrrrrr…..
Hoje vou falar de um filme… de um musical pra ser exata que, pra quem ainda não assistiu, recomendo muito (eu não gosto muito de filme do gênero musical mas esse é maravilhoso). O filme é o “Across The Universe”, e toda história é contada através de músicas dos Beatles e, pra quem curte como eu, é maravilhoso. Só para se ter uma idéia os personagens principais se chamam Judy e Lucy. Além de toda referência aos Beatles ainda temos personagens que nos fazem lembrar de Jimmi Hendrix, Janis Joplin e Kurt Cobain… além da participação no elenco de Bono Vox.
Pra quem gosta recomendo e, pra quem não gosta (ou não conhece mas tem curiosidade em ver algo interessante sobre os Beatles), também não vai se arrepender. Faz tempo que vi esse filme e não me canso de rever.
Aliás quem poderia se cansar de Beatles né?!
Att. Doritéia





ELE ERA O HOMEM – Parte Um

1 04 2011

As Três Leis da Robótica:
1. Um robô não deve fazer mal a um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra qualquer mal.
2. Um robô deve obedecer a qualquer ordem dada por um ser humano, desde que essa ordem não interfira com a execução da Primeira Lei.
3. Um robô de proteger a sua existência desde que esta proteção não interfira com a Primeira e Segunda Leis.

As três leis são um conceito perfeito, impossível de serem contornadas. MENTIRA!

As Três Leis da Robótica foram criadas por Isaac Asimov em uma discussão profunda sobre robótica com um de seus amigos.
Já não me lembro bem da história mas, após essa discussão, ele chegou a algo muito próximo das Três Leis.
Quando você descobre Asimov em sua vida como leitor, logo aprende estas leis e, com o passar do tempo, acha que ela é uma criação fantástica e perfeita.
Depois de algumas leituras, você percebe como Asimov consegue quebrar as Três Leis. Ele não quebra essas leis burlando-as, ele quebra as leis logicamente. Na construção de seus contos, dá para perceber, claramente, como ele manobra os personagens em uma trama perfeita, criando argumentos lógicos para outra interpretação das leis.

Agora você vai me dizer: “Pô, são robôs. Eles fazem o que são programados para fazer”. Eu lhe direi: “Não seja estúpido”.

Eu poderia lhe dar a resposta mas, não darei. Te falo o seguinte: “Leia alguns contos do homem mas, leia de verdade, busque entender, analise o enredo, analise a construção dos personagens. Você verá o brilhantismo dos contos dele e do universo que ele criou.”

FICA A DICA: Assista “Eu, Robô” mas, olhe para o Sonny e não para o Will Smith.
FICA A DICA – 2: Leia algum livro da pequena coleção Histórias de Robôs, de Isaac Asimov.
Esta coleção é uma antologia de contos sobre robótica de vários autores, incluindo claro, contos do Isaac Asimov.





Mcluhan, e umas teorias ai…

31 03 2011

Terça-Feira, 29 de Março de 2011, a professora começa a aula de Semiótica com uma pergunta: Quem já ouviu falar em “O meio é a Mensagem ou o termo Aldeia Global”? Eu já tinha ouvido esses termos antes, mas não lembrava os conceitos, acho que não teve tanto impacto anteriormente; pois bem, ela começou a explicar que esse tal de McLuhan (que por acaso faria 100 anos esse ano) teve umas idéias malucas (bem, não tão malucas assim) de estudar os meios de comunicação e os impactos que esses meios têm na formação cultural do homem, na sua época falava-se de rádio e televisão.
Atualmente (de uns anos pra cá) o modo de comunicação do homem ganhou uma nova influência, uma nova forma, ai podemos observar a teoria desse cara na prática, quando falamos de internet e em tudo que ela nos proporciona.
O mundo está totalmente conectado e ao mesmo tempo as pessoas se vêem cada vez mais distantes das relações pessoais (carnais). Existem pessoas que condicionam sua vida pela máquina, pela internet, e não vivem sem isso, e isso não existia até poucos anos atrás.
Não estou fazendo apologia a que esse fato seja ruim, estou simplesmente fazendo uma análise, eu mesmo sou uma dessas pessoas que passa a maior parte de seus dias em frente a um computador… o que eu quero analisar/expressar é: até que ponto a internet influencia no nosso modo de vida?
McLuhan acreditava que os meios de comunicação tinham influência direta na vida das pessoas e eu concordo com ele, somos a geração da informação. Hoje em dia tudo acontece muito rápido, tudo é veiculado muito rápido e esquecido mais rápido ainda. E temos ainda na internet uma ferramenta de armazenamento, se você não assistir ao jornal por exemplo, você tem a possibilidade de assistir depois no site da própria emissora ou em sites de armazenamento de vídeo (e não são somente vídeos mas também textos, músicas e todo tipo de informação).
E existe também outro aspecto a ser considerado, mas esse só no próximo texto.
A deixa eu me apresentar, Joyce, estudante de RTV, 23 anos,sarcástica, cheia de preceitos e conceitos e sem pretensões (hihihihi).





Divagação/ Meu Malvado Favorito é o Megamente =)

30 03 2011

Olá amigo leitor!
Aqui novamente quem vos fala é o Eduardo, insistindo no erro de acreditar na possibilidade de existirem pessoas tão desocupadas a ponto de se darem o luxo de perder alguns minutos diariamente vindo até esse blog para manterem-se informados sobre as novidades da cultura inútil e coisas cotidianas.
O único problema é que hoje, apesar de meu enorme desejo de conseguir escrever algo divertido e útil (?), estou totalmente sem idéias. Dessa forma irei parar e pensar se consigo ter alguma iluminação repentina para continuar com minha disertação. (na realidade até esse exato momento só tinha mesmo a idéia de como seria esse parágrafo introdutório ao post de hoje).
Agora sim, um tempinho depois consegui ter uma idéia para o post de hoje! (na realidade minha esposa me ajudou).
Vocês tem assistido filmes ultimamente? Ou desenhos? Não? Pois saiba que tem perdido ótimos lançamentos (em DVDS), como Toy Story 3, Shrek Para Sempre, UP! Aventuras em Alta, Meu Malvado Favorito e Megamente!
Irei falar um pouco mais sobre esses dois últimos, que são extremamente engraçados!

Meu Malvado favorito conta a história de um cara que tem a idéia fixa de ser o maior vilão do mundo; Para isso ele conta com a ajuda de uns bichinhos amarelos (que em minha opinião são a melhor coisa do filme) e um novo plano: Roubar a LUA!!!
Eu não vou contar mais nada sobre a história em si, só adiantarei que durante o filme:
– Ele adota tres crianças lindas;
– Ele vai ficando bonzinho;
– Você fica com dó dele;
– Os bichinhos amarelos sao demais, a melhor coisa do filme (e dou risadas até hoje só de lembrar deles).

Megamente é outro desenho engraçado, mas que lembra muito Os Incríveis. Conta a história do Tal do Megamente, um super vilão que tem como inimigo número 1 o Metroman, Super-herói símbolo da cidade Metrocity. Até ai você me diz: – Tá, e qual a diferença para qualquer outra história de super-herói? Heis que lhe digo: – A diferença é que nesse filme (ou desenho, como preferir) o vilão derrota o Herói! E aí o filme fica interessante, pois começa a mostrar o quão chata e sem sentido se torna a vida do Megamente, pois de que adianta um super vilão cheio de planos e idéias malvadas e mirabolantes se não existe nenhum herói para impedi-lo?

Minha dica é: Assista os dois! Ambos são muito bons!
Então é isso, até a próxima.
Att. Eduardo Ferreira





A Alquimia do Amor

28 03 2011

Oiii, estou tão empolgada gente.
Acabei de ler o segundo livro que me fez chorar em minha life “Alquimia do amor – Nicholas Sparks” (o primeiro foi marley e eu). Que livro lindo gente (e surpreendente). No caso desse livro, a alquimia não se trata de um feitiço, e sim um segredo de como manter um casamento bem, não importa o tempo em que se está junto, deve-se sempre valorizar quem está ao seu lado, o seu amor, e quem te ama.
Claro, nada começa assim.
Na verdade o livro começa com o Wilson (esposo) esquecendo o aniversário de 29 anos de casado com sua esposa Jane. Ela, decepcionada, decide viajar para passar uns dias com o filho em Nova York. Nesse tempo longe Wilson começa a pensar se realmente ele foi um bom esposo durante todo esse tempo… o medo o atinge, e mesmo após 29 anos de casamento, Wilson decide correr atrás do prejuizo e mostrar para Jane o quanto ele a ama…
Não posso contar muito do livro pois tem várias surpresas legais, que fazem você (mulher tá) virar o pescocinho pro lado e fazer OWWWWWWWWWWW.
Eu adorei, aliás gosto muito dos livros desse autor, me deixam romântica =)
Att. Doritéia





A Arte de Escrever com a Luz

25 03 2011

Pode até ser pela descendência oriental, mas eu duvido que seja apenas isso. A verdade é que a fotografia me tomou pelas mãos, clicks e flashes, e eu correspondi inteiramente com milhares de jpeg’s em imagens, imagens e imagens.

Amigos, comida, brincos, colares, lugares, teto, chão, sapato, gato, cachorro, passarinho, mar, areia, terra, festa, cupcakes, carros, árvores, esmalte, lâmpada, latas, sim… eu fotografo tudo. Tudo que vejo e acho q ficaria legal daquele ângulo, com aquele foco, e aquelas cores.

Uma vez já disse aqui que discordo que fotografias roubam almas… As fotografias apenas pegam emprestados os sentimentos do momento e levam para seus futuros observadores. Felicidade, alegria, conversas, sorrisos, tristeza, agonia, solidão, amor, nostalgia. Aaaaaaaaaaaah, a nostalgia. Se viver é relembrar, viver também é fotografar. Toda passagem importante da vida tem um álbum. Pode ser o do bebê, das formaturas ou de casamento. Dos chás de cozinha ou simplesmente daquela viagem maravilhosa. E o melhor de todos, o do dia a dia, que dá significado para as pessoas com quem a gente quer uma foto nas ocasiões mais especiais.

Fotos são mais ainda que lembranças. É expressão. É falar, sem falar. São entrelinhas sem linhas. Fica tudo subentendido, mas entende-se! Fotografia é prazeroso aos olhos de quem vê, e mais ainda ao que fotografa. Fotografar é luz e sombra. Só se faz fotografar quando essas coexistem e se complementam.

E é por isso que embarco nessa era digital, munida da minha câmera nada compacta e de olhares atentos. Quero abraçar o mundo com lentes e flashes! Quero escrever com arte através da luz!

Click!

 

Por:

Danny Novaes
http://sorrisoslargos.blogspot.com/
 





INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO

24 03 2011

Nossa redação aqui em Fernando de Noronha está enlouquecida!
Conseguimos abandonar o vício em PW, momentaneamente, e agora estamos curtindo esse som sem parar!
De que som estou falando? Há! The Strokes, manolo!!
O álbum novo dos caras é bem bom cara! Descobrimos que ele é perfeito para escutar durante o pôr-do-sol aqui em nossa ilha!
Conseguimos uma cópia da obra e estamos apreciando-a em excesso!
A verdade é que: os caras ficaram muito tempo parados. Nós nem nos lembrávamos direito deles. Eles parecem não gostar muito do álbum, mas nós gostamos!
Eu achei especialmente interessante porque a sonoridade do álbum é diferente, em comparação com os anteriores.
Na música inicial do álbum, você já meio que toma um choque e fala: “Que porra é essa maluco!?” Mas, depois fala: “Pooo, curti”.
É verdade, tem umas músicas bem estranhas no meio, rola até um eletronicão e uma música bem chata mas, na avaliação geral, é um álbum bem bom!
Dica: a última música é a melhor!
Com este nova obra, até conseguimos parar de escutar Matanza o dia todo! Agora escutamos Matanza QUASE o dia todo.
Ache um espacinho entre seu playlist diário de Matanza e coloque este álbum do Strokes na sua trilha sonora diária!
Acredito que você não irá se arrepender!
Se não quiser, tudo bem, problema é seu, continue escutando Sidney Magal. Opa! Esse sou eu!
Fica a dica: escute esse álbum ao pôr-do-sol. Preferencialmente aqui em Fê-Fê.
Att. Rafael Padovan